Paulo Freixinho faz palavras cruzadas. Não, não passa a vida
a passar o tempo a fazer palavras cruzadas.
Elabora Palavras Cruzadas para a revista Caras (Feriaque), Público
(Feriaque), Jornal de Notícias (Feriaque), Seleções Reader's Digest, A Voz de
Trás-os-Montes, Point24 (Luxemburgo), Portugal Post (Alemanha), entre outros.
Tem uma palavra preferida: Xurdir, que significa fazer pela vida.
Publicou o livro "Palavras Cruzadas com Literatura" (Ed. Quetzal) e
ofereceu-me este retrato. Se quiserem conhecer um dos seus blogues, siga por aqui.19 agosto 2013
CONTO: ‘O AMOR É O HABITUAL NO INVISÍVEL’
Na última edição da Preguiça Magazine saiu o meu
mais recente conto, escrito em parceria com João Silva. Quem tiver curiosidade
poderá lê-lo aqui.
27 junho 2013
CONTO: ‘ESCALA DE MEDIDA DO AMOR’
Na Preguiça Magazine saiu hoje o meu mais recente conto, escrito em parceria com a Elsa Margarida Rodrigues. Quem tiver curiosidade poderá lê-lo aqui.
10 junho 2013
17 maio 2013
13 maio 2013
Luz ao fundo do túnel - um folhetim
O folhetim "Luz ao fundo do túnel" da Preguiça Magazine já terminou. Participei com todo o gosto e entusiasmo no mesmo (cap. V e cap. XI).
Parece que a preguiça veio para ficar por estes lados. Mais novidades num link perto de si, em breve!
Parece que a preguiça veio para ficar por estes lados. Mais novidades num link perto de si, em breve!
08 abril 2013
18 março 2013
farol
Farol
Estará a pacífica luz do teu olhar
à minha espera nesta viagem?
Neste regresso outonal,
por entre ramos sinuosos
de negro decorados
estarão os teus braços a aguardar
o meu barco mutilado?
Saberei eu a âncora largar,
terei eu a necessária coragem?
Nesta revolta quase invernal,
por entre rumos ardilosos
de falsos brilhos adornados
encontrarei a tua luz neste mar
para me descobrir a salvo?
Estará teu espírito preparado
para assistir ao naufrágio
desta imprudente embarcação?
Será a visão do teu sereno aviso de perigo
neste insensato retorno,
a minha derradeira recordação?
Carmen Zita Ferreira
05 março 2013
22 fevereiro 2013
se cantasse
Se cantasse, talvez o coração
Sossegasse no peito.
Mas vou perdendo o jeito
De cantar
A vida, devagar,
Leva-nos tudo,
E deixa-nos na boca o gosto de ser mudo.
Miguel Torga
(1907-1995)
Coimbra, 12 de Outubro de 1974
nota - uma semana depois de eu nascer Miguel Torga escreveu este poema... se ele soubesse o sentido que o mesmo faz no meu espírito hoje...
Sossegasse no peito.
Mas vou perdendo o jeito
De cantar
A vida, devagar,
Leva-nos tudo,
E deixa-nos na boca o gosto de ser mudo.
Miguel Torga
(1907-1995)
Coimbra, 12 de Outubro de 1974
nota - uma semana depois de eu nascer Miguel Torga escreveu este poema... se ele soubesse o sentido que o mesmo faz no meu espírito hoje...
20 fevereiro 2013
19 fevereiro 2013
12 fevereiro 2013
07 fevereiro 2013
04 fevereiro 2013
06 janeiro 2013
03 janeiro 2013
Foi o caso 3#
D. - Mamã, como é que Deus fez os gatos? De certeza que não foi com pão e vinho...
me - Pois... isso não.
22 dezembro 2012
21 dezembro 2012
13 dezembro 2012
28 novembro 2012
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