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12 outubro 2010
galeria sentimental
Galeria sentimental. Ensaiamos a vida inteira para a mesma geometria, not part of the crowd, but not feeling alone, passamos a acordar mais cedo mas continuamos a desejar não estar com e como os outros, preferimos a contemplação à revolução, a reserva ao curral, estamos mais para a liberdade mesmo assim do que para respirar debaixo de água. Às vezes alguém pergunta queres saber qual é o princípio da paz?, ninguém responde e é quem perguntou que responde é deixarem cada qual em paz, com o desassossego próprio. Mas não pode ser, a sociedade não consente. São por isso a insatisfação e a recriminação, a infelicidade partilhada. Segismundo. Albergue dos danados.
06 outubro 2010
A poesia não contribui para o PIB, logo, não deve ser subsidiada?
Curiosa com o resultado do debate de hoje, na Culturgest, em Lisboa, deixo o caminho para o artigo de Vítor Belanciano, no Ípsilon, aqui.
19 agosto 2010

“Como diz Sófocles, na Antígona, através da palavra de Hémon: «Não tenhas pois um só modo de ver: nem só o que tu dizes está certo e o resto não. Porque quem julga que é o único que pensa bem, ou que tem uma língua ou um espírito como mais ninguém, esse, quando posto a nu, vê-se que é oco.» (…)”.
Eduardo Marçal Grilo
Se não estudas estás tramado.
Ed. Tinta da China, Lisboa, 2010, pg 144
Eduardo Marçal Grilo
Se não estudas estás tramado.
Ed. Tinta da China, Lisboa, 2010, pg 144
08 junho 2010
Mocidade Portuguesa (ou o discreto revivalismo que nos entra pelos olhos dentro)
A notícia de que, em Aveiro, mais de 1200 crianças se vão vestir com fardas da Mocidade Portuguesa, para comemorar os 100 anos da Implantação da República deixou-me boquiaberta.Já cheguei a pensar que se as pessoas que mais fizeram pela Implantação da República em Portugal, no início do séc. XX, soubessem o que iria acontecer nas décadas seguintes, concretamente no Estado Novo, não teriam lutado para que tal se efectivasse. No entanto, no início do séc. XX, era impossível prever tais desenvolvimentos (há que fazer a ressalva). Agora, em pleno séc. XXI, o que leva um Agrupamento de Escolas a organizar um evento destes? Com tantos aspectos positivos a destacar, nos últimos 100 anos, qual o objectivo desta iniciativa?
Se “apenas um pai manifestou que não gostaria de ver a sua filha vestida com aquela indumentária”, conforme disse a responsável pelo projecto, então estamos mal. Há realmente qualquer coisa que me faz ter a certeza de que, muitas vezes, não há qualquer vantagem em alinhar com a maioria e que, por muito que nos possa custar, há algumas propostas do meio escolar que temos mesmo que recusar.
25 abril 2009
23 abril 2009
12 janeiro 2009
26 novembro 2008
Ajude-nos a distribuir sorrisos!
05 novembro 2008
06 agosto 2008
Dê, vai ver que não dói nada

Desde 15 do passado mês de Julho que a AMI lançou ao público um projecto de recolha de óleos alimentares usados, que conta já com a participação de milhares de restaurantes, hotéis, cantinas, escolas, Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais.
A AMI dá com este projecto continuidade à sua aposta no sector do ambiente, como forma de actuar preventivamente sobre a degradação ambiental e sobre as alterações climáticas, responsáveis pelo aumento das catástrofes humanitárias e pela morte de 13 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.
Os estabelecimentos que pretendam aderir, recebendo recipientes próprios para a deposição dos óleos alimentares usados, deverão telefonar gratuitamente para o número 800 299 300.
Para participar neste projecto da AMI:
- Junte o óleo alimentar que usa na sua cozinha numa garrafa de plástico e entregue-a quando estiver cheia num dos restaurantes aderentes. Os restaurantes estão identificados e a lista completa está disponível aqui (são já 5 os locais onde o poderá fazer no Concelho de Ourém, por exemplo).
Fonte: http://www.ami.org.pt/
Fundação AMI
Rua José do Patrocínio, 49 1949-008 Lisboa Tel. 218 362 100 Fax 218 362 199E-Mail: reciclagem@ami.org.pt
A AMI dá com este projecto continuidade à sua aposta no sector do ambiente, como forma de actuar preventivamente sobre a degradação ambiental e sobre as alterações climáticas, responsáveis pelo aumento das catástrofes humanitárias e pela morte de 13 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.
Os estabelecimentos que pretendam aderir, recebendo recipientes próprios para a deposição dos óleos alimentares usados, deverão telefonar gratuitamente para o número 800 299 300.
Para participar neste projecto da AMI:
- Junte o óleo alimentar que usa na sua cozinha numa garrafa de plástico e entregue-a quando estiver cheia num dos restaurantes aderentes. Os restaurantes estão identificados e a lista completa está disponível aqui (são já 5 os locais onde o poderá fazer no Concelho de Ourém, por exemplo).
Fonte: http://www.ami.org.pt/
Fundação AMI
Rua José do Patrocínio, 49 1949-008 Lisboa Tel. 218 362 100 Fax 218 362 199E-Mail: reciclagem@ami.org.pt
02 maio 2008
made in portugal

Augusto Cid ganhou o grande prémio do X Porto Cartoon World Festival, com o desenho de um atleta olímpico chinês, que carrega uma chama olímpica feita de monges budistas.
Para nós a qualidade gráfica do português Augusto Cid, bem como a actualidade dos seus trabalhos já não são novidade e é com grande agrado que recebemos a notícia da atribuição de mais um prémio, que reconhece o seu talento.
Para nós a qualidade gráfica do português Augusto Cid, bem como a actualidade dos seus trabalhos já não são novidade e é com grande agrado que recebemos a notícia da atribuição de mais um prémio, que reconhece o seu talento.
30 abril 2008
25 abril 2008
Questão

Agora que Abril é nosso
e as palavras teimam
em não se transformar em actos,
quem é que se apropria de factos
que em nada da sua vida
se reflectem?
Agora que Abril nasceu
para aqueles que o não fizeram,
quem nos quer tapar os olhos
com lantejoulas, brilhantina e folhos
enquanto suaves tiranias
se cometem?
Carmen Zita Ferreira
Abril’2008
e as palavras teimam
em não se transformar em actos,
quem é que se apropria de factos
que em nada da sua vida
se reflectem?
Agora que Abril nasceu
para aqueles que o não fizeram,
quem nos quer tapar os olhos
com lantejoulas, brilhantina e folhos
enquanto suaves tiranias
se cometem?
Carmen Zita Ferreira
Abril’2008
Fotografia de PlasticBag
17 março 2008
experiências democráticas
Fotografia: anIa bystrowsKaToda a obra corruptível perece e aquele que a fez irá com ela.
"Eclesiástico 14,19"
08 março 2008
Get up, stand up! Stand up for your rights.
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