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09 dezembro 2010

os livros e as ilusões 3#

“(…) era uma daquelas raras pessoas em que a mente acaba por vencer sobre a matéria. A idade não diminui essas pessoas. Torna-as velhas, mas não altera as pessoas que elas são e quanto mais tempo vivem, mais radicalmente e implacavelmente se encarnam a si mesmas.”
Paul Auster
O livro das ilusões. 4.ª ed, Lisboa, Ed Asa,
2006, pg. 196

30 novembro 2010

os livros e as ilusões 2#

“O que importa não é a maior ou menor facilidade com que evitamos os problemas, mas sim o modo como lidamos com os problemas sempre que eles surgem”.
Paul Auster, em “O livro das ilusões”, pg. 34

29 novembro 2010

os livros e as ilusões 1#

Uma das actividades que mais gosto de levar a cabo é voltar aos livros que já li e procurar as frases que sei que neles sublinhei.
Comecei a sublinhar, sem sentimento de culpa, os livros que ia lendo, depois de uma professora da FCSH que muito admiro dizer numa aula que achava que os livros eram para ser vividos. Concordei e senti que a minha opção estava para sempre legitimada. Na verdade, acho muito interessante voltar a eles e ver o que, na altura da leitura integral, mais atraiu a minha atenção.
Este domingo, quando procurava um pequeno e significante objecto, reparei que estava dentro de um dos livros mais sublinhados da minha pequena biblioteca pessoal. Voltei a ler as frases sublinhadas e a entender por que assim estavam.
Se há livros sobre os quais questiono a pertinência do destaque pessoal de determinada frase, neste isso não aconteceu. Pelo menos ainda. Neste contexto, apeteceu-me transcrever para aqui algumas dessas frases.
O livro é de Paul Auster, “O livro das ilusões”, das Edições Asa (4.ª edição, 2006). Não me consigo lembrar em que ano o li e determino aqui e agora que esse pormenor não é importante.

Começo a sequência de algumas das frases sublinhadas com esta:

Para o melhor ou para o pior, parece que os filósofos tinham razão. Nada do que nos acontece se perde.” pg 230