Mostrar mensagens com a etiqueta espectáculos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta espectáculos. Mostrar todas as mensagens

30 maio 2009

VIII Festival de Cereja de Resende


Decorre este fim-de-semana, em Resende, o VIII Festival da Cereja. No Domingo participará no festival o grupo de música tradicional “Romeiros”, de Ourém.
Nesse mesmo dia poder-se-á assistir aos espectáculos do “Mar de Pedra” (um grupo com quem os “Romeiros” estiveram o ano passado, em Vila Real), dos “Arrefole”, d’“Uxukalhos” (que actuarão em Junho em Ourém, nas Festas da Cidade e do Concelho) e dos “Flor de Lis” (que venceram o Festival da Canção RTP este ano).
Para além de toda a animação que o Municio de Resende promete aos seus visitantes e habitantes, estarão à venda as apetecíveis CEREJAS de Resende!

07 maio 2009

Festambo em Maio


Dia 08 – 21h30 – Centro Paulo VI – Fátima – Espectáculo de Dança
  • Escola da Dança da Academia de Música Banda de Ourém;
  • Escola de Dança do Conservatório de Artes do Orfeão de Leiria.
Dia 10 – 15h30 – Cine-teatro Municipal de Ourém – XVIII Encontro de Coros Infantis/Juvenis de Ourém

  • Coral Infantil/Juvenil de Ourém;
  • Coral “As Sementinhas” de Monte Abraão;
  • Coral Infantil de Caldas da Rainha.
Dia 17 – 17h00 – Praça Mouzinho de Albuquerque – Ourém – Espectáculo de Música Popular Portuguesa

  • Romeiros (Ourém);
  • A Barca dos Castiços (Coimbra);
  • Pinhal d’el Rei (Leiria).
Apareçam!

31 janeiro 2009

O que se festeja por aqui #2


O Coral Infantil e Juvenil da Academia de Música Banda de Ourém comemora este fim de semana o seu trigésimo quinto aniversário!

14 abril 2008

Memorável

Fotografias de José Goulão


Noite de 12 de Abril, Coliseu dos Recreios, um notável e fabuloso espectáculo.
David Fonseca prometeu um espectáculo pensado do princípio ao fim e cumpriu a promessa.
Em jeito de introdução, num pequeno e intimista vídeo, realizado pelo próprio cantor, este convida-nos a entrar no seu mundo, onde o ponto de partida é sempre difícil de tomar e onde o ponto de chegada não é o mais importante, porque é o caminho que o fascina.

Acabado o vídeo, entram em palco quatro mariachis, muito para lá de divertidos, a fazer adivinhar o tema “4th Chance”, onde David Fonseca explorou os sons dos instrumentos de sopro. Não poderia ter começado de melhor maneira este espectáculo, que teve a invulgar capacidade de ir surpreendendo o público, em cada pormenor, até ao grandioso final.
Os dez primeiros temas foram singles efusivamente cantados pelo público. Pelo meio, a habitual e inquietante versão de “Song to the Siren”, com o pormenor cénico da descida de lâmpadas sobre o público, a meio da sala, que se acenderam ao levantar do braço de David Fonseca em direcção às mesmas, com uma lâmpada já acesa, na sua própria mão.



A certa altura David Fonseca afirmou que não leva inéditos só ao Texas e que também queria brindar o público do Coliseu com um tema inédito, desta feita com o título, ainda provisório, “Orange Tree”.
De destacar também o momento em que todos vibraram com a música “This raging light”, enquanto um grupo de bailarinos/as, dançavam (um dos quais em cima do piano da Rita Redshoes) sob várias esferas de espelhos disco e ainda o momento em que o cantor confessa que, no passado, desejara ser "agente secreto".





No final, num obrigatório encore, David Fonseca surge no palco, de pijama, sentado numa cama, sob bolinhas de sabão, com uma viola acústica, para cantar, como se estivéssemos no seu quarto, o tema “Dreams in colors”. Terminada música David disse “Lisboa, estou cansado” e deitou-se na cama. Apagaram-se a luzes do palco…



Parecia que tudo tinha terminado ali, num sono profundo do artista. Mas não, o espectáculo culmina, num sonho real, com todos os elementos do grupo mascarados, onde David Fonseca passa a mensagem de que, nos seus sonhos, estará sempre com o público que com ele viveu aquela noite, presenteando o mesmo com uma versão do tema “Together in electric dreams”, de Philip Oakey.
Na verdade, penso que o público levou a sério esta mensagem (we’ll always be together) e quando o espectáculo sair em DVD poucos serão os que não quererão preservar esta noite como sua e recordá-la sempre que assim o desejarem.

1.ª parte

A primeira parte do espectáculo no Coliseu coube à Rita Redshoes que, mais uma vez, espalhou pela sala repleta de público o seu “charme generalizado” (usando as palavras do próprio David Fonseca).
Cada vez mais segura em palco, Rita Redshoes intensifica a cada espectáculo que passa a sua expressividade e a sua capacidade de comunicação, o que só vem confirmar aquilo que tínhamos adivinhado aquando da sua estreia, a 12 de Outubro passado, aqui.
Longe de estar apenas à espera de David Fonseca, o público do Coliseu esteve, desde o início, em sintonia com Rita Redshoes e o seu grupo, acompanhando-os com palmas e entoando as melodias do recém-editado “Golden Era”.

28 fevereiro 2008

A palavra


João Afonso, Ourém, 24/02/2008
Fotografia: Nuno Abreu

A palavra

A palavra gatinha
Sem nada por cima
A palavra rompe
Investe
Perfura.
Comprida a palavra perde-se
Em redor da mesa reveste-se, organiza-se.
A palavra precisa de ternura.

José Afonso
in "José Afonso, textos e canções", Relógio D'água