
– A nova portugalidade, Numérica, 1994.
– O regresso dos diabos, Yucca Tree Records, 2000.
Já deu formação em acções para Docentes no Centro de Formação da Maia e de Valongo, entre 2003 e 2005, sobre a lírica pop/rock. Foi convidado, sobre o mesmo tema, a dar um Curso de Verão na Universidade Católica do Porto, em 2008 e 2009.
Paralelamente, já foi formador de Adolescentes, nas Bibliotecas Municipais de Carrazeda de Ansiães, em 2007 e 2008, Gondomar e Tavira, em 2009, estando uma nova formação prevista para a Biblioteca de Almeida Garrett, no Porto.
A convite de António Sérgio, moderou no Festival Super Bock Super Rock a conferência “O futuro da música passa pelos músicos?”, em 2001.
Ainda sobre as Poéticas do Rock, a convite de Fernando Guerreiro e Golgona Anghel, conferenciou na Faculdade de Letras de Lisboa, em Abril de 2009.
Finalmente, no domínio da ficção, publicou:
– Da Cidade neste Corpo (Brasília Editora, 1989).
– Memórias de Ansiães, vol. 2 (audEo, 1998).
– Crónicas de Sancho Pança (Afrontamento, 2007).
Acerca do livro “(As) letras com(o) poesia”
“(As) letras com(o) poesia” (o melhor da pop/rock em Portugal), primeiramente publicado pela Objecto Cardíaco, em 2006, com reedição pela editora Afrontamento, em 2009, constitui-se como um ensaio poético sobre a lírica de António Avelar de Pinho (Banda do Casaco), JP Simões (Belle Chase Hotel), Carlos Tê (Clã), Rui Reininho (GNR), Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), Manel Cruz (Ornatos Violeta), Sérgio Godinho e Regina Guimarães (Três Tristes Tigres), que, em muito do produzido, podiam entrar pela porta maior da poesia, nas universidades mesmo.A ideia do livro é levar os participantes, numa espécie de Plano Nacional de Literatura Marginalizada, a escutar (d)o micro-texto linguístico (normalmente, oculto), na canção pluridimensional, uma vez que, como referiu Umberto Eco, in Apocalípticos e Integrados, estão lá todas as funções que Charles Lalo viu na melhor obra de arte: diversão, catarse, técnica, idealização e reforço ou duplicação.








