11 abril 2009
08 abril 2009
As letras como poesia
A propósito do último post da EBernardes divulgo o livro de Vitorino Almeida Ventura, da chancela das Edições Afrontamento, lançado em Março findo, no Clube Literário do Porto.

Trata-se de um ensaio sobre as letras das músicas da «Banda do Casaco» (António Avelar de Pinho), «Belle Chase Hotel» (JP Simões), «Clã» (Carlos Tê), «GNR» (Rui Reininho), «Mão Morta» (Adolfo Luxúria Canibal), «Ornatos Violeta» (Manel Cruz), «Sérgio Godinho» (Sérgio Godinho), «Três Tristes Tigres» (Regina Guimarães).
É um livro que tenciono comprar. Acho o tema muito interessante e quero ver se o autor vai de encontro à minha visão, ou se me vai surpreender com uma tese que me faça mudar de opinião (ou pelo menos complementá-la).
Para já devo dizer que gosto da forma como o título do livro é apresentado, permitindo duas leituras: Letras com poesia e As letras como poesia. Bem pensado.
A propósito do último post da EBernardes divulgo o livro de Vitorino Almeida Ventura, da chancela das Edições Afrontamento, lançado em Março findo, no Clube Literário do Porto.

Trata-se de um ensaio sobre as letras das músicas da «Banda do Casaco» (António Avelar de Pinho), «Belle Chase Hotel» (JP Simões), «Clã» (Carlos Tê), «GNR» (Rui Reininho), «Mão Morta» (Adolfo Luxúria Canibal), «Ornatos Violeta» (Manel Cruz), «Sérgio Godinho» (Sérgio Godinho), «Três Tristes Tigres» (Regina Guimarães).
É um livro que tenciono comprar. Acho o tema muito interessante e quero ver se o autor vai de encontro à minha visão, ou se me vai surpreender com uma tese que me faça mudar de opinião (ou pelo menos complementá-la).
Para já devo dizer que gosto da forma como o título do livro é apresentado, permitindo duas leituras: Letras com poesia e As letras como poesia. Bem pensado.
06 abril 2009
Perspectivas críticas de uma literatura menor

"Na obra de cada letrista do rock subjaz uma poética: um modo próprio de ver a realidade, uma linguagem pessoal, uma maneira de contar as coisas. Neste sentido, a poética de um autor está feita de obsessões, mas também de silêncios. Ambas lhe permitem construir um mundo dentro do mundo." Oscar Conde
Lisboa, 6 – 7 – 8 de Abril de 2009
Organização: Poéticas do Rock em Portugal, Centro de Estudos de Teatro, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Mais informações, aqui.Organização: Poéticas do Rock em Portugal, Centro de Estudos de Teatro, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
02 abril 2009
Dia Internacional do Livro Infantil

Hoje assinala-se o Dia Internacional do Livro Infantil, dia escolhido em homenagem a Hans Christian Andersen que nasceu a 2 de Abril de 1805.
Neste quarto assinala-se a data com o último livro infantil (bem interessante para adultos também) comprado por mim, que contém este poema (o último a ser lido cá por casa, mesmo agora):
Ser pente ou serpente
Ser pente
é tão estranho,
disse a serpente.
Para quê tanto dente
sem veneno para matar?
Serpente
é tão estranha,
disse o pente.
Para que servem os dentes
senão para pentear?
Luísa Ducla Soares
in A cavalo no tempo.
Porto, Ed. Civilização, 2.ª edição, 2008, pg.16
é tão estranho,
disse a serpente.
Para quê tanto dente
sem veneno para matar?
Serpente
é tão estranha,
disse o pente.
Para que servem os dentes
senão para pentear?
Luísa Ducla Soares
in A cavalo no tempo.
Porto, Ed. Civilização, 2.ª edição, 2008, pg.16
(Ilustrado por Teresa Lima)
30 março 2009
II Antologia de Poetas Lusófonos
A Folheto Edições, a Câmara Municipal da Batalha e o Director do Mosteiro da Batalha têm a honra de convidar todos os que passam por este “quarto que sente” para a apresentação da II Antologia de Poetas Lusófonos, na qual eu participo com cinco poemas.
A cerimónia terá lugar no Mosteiro da Batalha, no dia 5 de Abril de 2009, com início às 15h30, nas Capelas Imperfeitas, com a actuação da Orquestra Filarmonia das Beiras. Às 16h30, no Auditório do Mosteiro, terá lugar a apresentação da II Antologia de Poetas Lusófonos.
Haverá um momento de poesia com a participação de vários poetas.
Apareçam!
A cerimónia terá lugar no Mosteiro da Batalha, no dia 5 de Abril de 2009, com início às 15h30, nas Capelas Imperfeitas, com a actuação da Orquestra Filarmonia das Beiras. Às 16h30, no Auditório do Mosteiro, terá lugar a apresentação da II Antologia de Poetas Lusófonos.
Haverá um momento de poesia com a participação de vários poetas.
Apareçam!
27 março 2009
24 março 2009
Só
Finalmente encontrei uma tradução que me agrada do poema de que mais gosto do Edgar Allan Poe.
Tinha de a partilhar convosco. É uma tradução de Henrique Fialho (que a semana passada encerrou o seu blog) e com ela termino, eu, este ciclo dedicado a Allan Poe. Pelo menos por agora.
Um grande abraço a todos os companheiros desta pequena aventura (um ainda mais forte para a EBernardes, por... tudo).
Foto de Helena Margarida Pires de SousaSó
Desde a hora da infância eu não fui
Como outros foram - eu não vi
Como outros viram – não pude tomar
Minhas paixões duma primavera vulgar.
Da mesma nascente eu não traguei
A minha tristeza; eu não despertei
Para o júbilo comum o meu coração;
E tudo o que amei, eu amei em solidão.
Nesse tempo da infância – na madrugada
Da vida mais tormentosa – foi traçada
Das profundezas do bem e do mal
O mistério que me mantém sem igual:
Da torrente ou da fonte,
Do rubro penhasco do alto monte,
Do sol que gira em meu torno
Num matiz dourado de Outono –
Do relâmpago no céu
Que tão perto de mim se deu –
Da tempestade e do trovão,
E da nuvem que adquiriu a feição
(Quando azul era o resto dos Céus)
De um demónio aos olhos meus.
Edgar Allan Poe
De um demónio aos olhos meus.
Edgar Allan Poe
(Tradução de Henrique Manuel Bento Fialho)
21 março 2009
20 março 2009
Sensações de Baltimore
(incompleta)
“Cidade triste entre as tristes,(incompleta)
Oh Baltimore!
Mal eu diria que na terra existes
Cidade dos Poetas e dos Tristes,
Com teus sinos clamando “Never-more”.
Os comboios relâmpago voando,
Pela cidade de Baltimore,
Levam uns sinos que de quando em quando
Ferem os ares, o coração magoando
E os sinos clamam “Never-more, never-more”. (…)”
Baltimore, 1897
NOBRE, António. Despedidas: 1895-1899.
Pref. José Pereira de Sampaio.Porto, s/ed., 1902.
a edgar allan poe
“Meu relógio soando de pés nus a quinta hora da noite italiana
minha cabeça de anéis dolorosos como jacintos pretos recém-colhidos
minha criança grande escorregando pelos braços da mãe quando mil candelabros dardejando nas escadas dos palácios anunciavam um corpo delicado e quente
minha caranguejola de diamante entre a vida e a morte a graça e a desgraça a verdade e o erro
meu malfadado e misterioso homem
figura descida figura embrulhada figura muitos pés acima de si mesma e no entanto figura de claridade
figura de homem deitado com uma estrela na boca escorrendo água. (…)”
CESARINY, Mário. Pena Capital.
12 março 2009
Rotação

Rotação
É nos teus olhos que o mundo inteiro cabe,
mesmo quando as suas voltas me levam para longe de ti;
E se outras voltas me fazem ver nos teus
os meus olhos, não é porque o mundo parou, mas
porque esse breve olhar nos faz imaginar que
só nós é que o fazemos andar.
Nuno Júdice
in Pedro, lembrando Inês.
Publicações Dom Quixote, 2008, pg. 25
mesmo quando as suas voltas me levam para longe de ti;
E se outras voltas me fazem ver nos teus
os meus olhos, não é porque o mundo parou, mas
porque esse breve olhar nos faz imaginar que
só nós é que o fazemos andar.
Nuno Júdice
in Pedro, lembrando Inês.
Publicações Dom Quixote, 2008, pg. 25
10 março 2009
09 março 2009
A semana da leitura
Fotografia de Justin Cartier Na semana passada, nas escolas públicas por todo o País foram levadas a cabo iniciativas relacionadas com a promoção da leitura.
Apercebi-me que as actividades tendem a ser muito semelhantes nas várias escolas, mas esse, a meu ver, não é um aspecto negativo da acção. Na verdade, se as estratégias têm sucesso num determinado ano e numa determinada escola, por que motivo as devemos mudar? Com base apenas na atracção pela inovação?
A leitura em voz alta, os conselhos de leitura entre pares, o contacto directo com escritores e ilustradores e a participação das famílias dos alunos são (e serão) estratégias muito positivas, uma vez que colocam a experiência da leitura e os afectos “dentro do mesmo saco”.
O facto de as iniciativas em si não consagrarem grande novidade não me parece ser o mais importante. Uma semana por ano a vivenciá-las até deixa, em quem nelas participa, vontade de que a semana da leitura do ano seguinte chegue depressa e aguça o desejo de prolongar essa experiência aos restantes dias do ano.
Apercebi-me que as actividades tendem a ser muito semelhantes nas várias escolas, mas esse, a meu ver, não é um aspecto negativo da acção. Na verdade, se as estratégias têm sucesso num determinado ano e numa determinada escola, por que motivo as devemos mudar? Com base apenas na atracção pela inovação?
A leitura em voz alta, os conselhos de leitura entre pares, o contacto directo com escritores e ilustradores e a participação das famílias dos alunos são (e serão) estratégias muito positivas, uma vez que colocam a experiência da leitura e os afectos “dentro do mesmo saco”.
O facto de as iniciativas em si não consagrarem grande novidade não me parece ser o mais importante. Uma semana por ano a vivenciá-las até deixa, em quem nelas participa, vontade de que a semana da leitura do ano seguinte chegue depressa e aguça o desejo de prolongar essa experiência aos restantes dias do ano.
01 março 2009
Alone

Fotografia Alba Luna
From childhood's hour I have not been
as others were; I have not seen
as others saw; I could not bring
my passions from a common spring.
as others were; I have not seen
as others saw; I could not bring
my passions from a common spring.
From the same source I have not taken
my sorrow; I could not awaken
my heart to joy at the same tone;
and all I loved, I loved alone.
Then- in my childhood, in the dawn
of a most stormy life- was drawn
from every depth of good and ill
the mystery which binds me still:
from the torrent, or the fountain,
from the red cliff of the mountain,
from the sun that round me rolled
in its autumn tint of gold,
from the lightning in the sky
as it passed me flying by,
from the thunder and the storm,
and the cloud that took the form
(when the rest of Heaven was blue)
of a demon in my view.
Edgar Allan Poe
19 fevereiro 2009
18 fevereiro 2009
O corvo - Edgar Allan Poe
Fotografia de Carla Pinto
O CORVO
(Publicado pela primeira vez em 1845)
(Publicado pela primeira vez em 1845)
Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais
e já quase adormecia, ouvi o que parecia
o som de alguém que batia levemente a meus umbrais.
"Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais.
É só isto, e nada mais."
Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro
e o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
p'ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais -
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,
mas sem nome aqui jamais!
Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!
Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo,
"É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.
É só isto, e nada mais".
E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
"Senhor", eu disse, "ou senhora, decerto me desculpais;
mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,
tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,
que mal ouvi..." E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.
Noite, noite e nada mais.
A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita
e a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.
Isso só e nada mais.
Para dentro estão volvendo, toda a alma em mim ardendo,
não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
"Por certo", disse eu, "aquela bulha é na minha janela.
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais."
Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.
"É o vento, e nada mais."
Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,
mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais,
num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais,
foi, pousou, e nada mais.
E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura
com o solene decoro de seus ares rituais.
"Tens o aspecto tosquiado", disse eu, "mas de nobre e ousado,
ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!
Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais."
Disse o corvo, "Nunca mais".
Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,
inda que pouco sentido tivessem palavras tais.
Mas deve ser concedido que ninguém terá havido
que uma ave tenha tido pousada nos meus umbrais,
ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,
com o nome "Nunca mais".
Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,
que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.
Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento
perdido, murmurei lento, "Amigo, sonhos - mortais
todos - todos já se foram. Amanhã também te vais".
Disse o corvo, "Nunca mais".
A alma súbito movida por frase tão bem cabida,
"Por certo", disse eu, "são estas vozes usuais,
aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono
seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais
e o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais
era este "Nunca mais".
Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,
sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;
E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira
que qu'ria esta ave agoureira dos maus tempos ancestrais,
Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,
Com aquele "Nunca mais".
Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo
à ave que na minha alma cravava os olhos fatais,
isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando
no veludo onde a luz punha vagas sobras desiguais,
naquele veludo onde ela, entre as sobras desiguais,
reclinar-se-á nunca mais!
Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso
que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.
"Maldito!", a mim disse, "deu-te Deus, por anjos concedeu-te
o esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,
o nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Profeta", disse eu, "profeta - ou demónio ou ave preta!
Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,
a este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,
a esta casa de ânsia e medo, dize a esta alma a quem atrais
se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Profeta", disse eu, "profeta - ou demónio ou ave preta!
Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais.
Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida
verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,
essa cujo nome sabem as hostes celestiais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!", eu disse. "Parte!
Torna à noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!
Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
no alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.
Seu olhar tem a medonha cor de um demónio que sonha
e a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais
e a minh'alma dessa sombra, que no chão há mais e mais,
libertar-se-á... nunca mais!
Edgar Allan Poe
(Traduzido por Fernando Pessoa)
POE. Edgar Allan. O Corvo.
Ed. Relódio d'Água, 2009, pg. 17 a 32
Para comparar com a tradução de Machado de Assis entrai aqui.
Para ler a versão original ide por aqui.

Fotografia de Benjamim Vieira
17 fevereiro 2009
THE CRANBERRIES
A Su, da Teia de Ariana, colocou-me outro desafio.
Aqui vão as regras:
1 - Colocar uma foto nossa;
2 - Escolher um artista ou banda preferido;
3 - Responder as questões com os títulos das canções do artista escolhido;
4 - Escolher 4 pessoas a quem passar o desafio.
Aqui vão as regras:
1 - Colocar uma foto nossa;
2 - Escolher um artista ou banda preferido;
3 - Responder as questões com os títulos das canções do artista escolhido;
4 - Escolher 4 pessoas a quem passar o desafio.
Agora as perguntas do desafio e as respostas com os temas dos THE CRANBERRIES:
a) És homem ou mulher? "No need to argue";
b) Descreve-te: "Free to decide";
c) O que é que as pessoas pensam de ti? "Uncertain";
d) Como descreves o teu último relacionamento? "The sweetest thing";
e) Descreve o estado actual da tua relação."Linger";
f) Onde querias estar agora? "Sunday";
g) O que pensas a respeito do AMOR? "Salvation";
h) Como é a tua vida? "Wanted";
i) O que pedirias se pudesses ter um só desejo? "Forever yellow skies";
j) Escreve uma frase sábia. "Wake up and smell the coffee".
Passo o desafio a EBernardes, a Tanita, Pedro e Louco de Lisboa.
11 fevereiro 2009
seis coisas/seis blogs
1) Não gosto de acordar e ver que está a chover
senão nos dias de Verão em que pululam os fogos;
2) Não me cativam os pequenos seres
que, quando falam, não me olham nos olhos;
3) Em nada me encantam os penosos momentos
em que quebrei o diálogo
e ainda não é tempo de o restaurar;
4) Não me seduz o completo ócio
para poder continuar a dar valor
ao tempo de descansar;
5) Não me cativa o caos
e fujo, sempre que posso, de qualquer tumulto;
6) Tenho tendência para achar que sou fraca
senão nos dias de Verão em que pululam os fogos;
2) Não me cativam os pequenos seres
que, quando falam, não me olham nos olhos;
3) Em nada me encantam os penosos momentos
em que quebrei o diálogo
e ainda não é tempo de o restaurar;
4) Não me seduz o completo ócio
para poder continuar a dar valor
ao tempo de descansar;
5) Não me cativa o caos
e fujo, sempre que posso, de qualquer tumulto;
6) Tenho tendência para achar que sou fraca
mas está visto que, quando é preciso, luto.
Fui desafiada pela Su, do blog Teia de Ariana e pela Tanita, do Amanhã é outro dia, para dizer uma série de coisas sobre mim. Estas foram as seis "coisas" que consegui arranjar. Devia indicar mais seis blogs para continuarem esta cadeia, mas não o vou fazer. Se alguém passar por este quarto e achar o desafio interessante, pode levar para a sua “casa”.
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