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13 novembro 2010


A heart that's full up like a landfill
A job that slowly kills you
Bruises that won't heal


You look so tired and
unhappy
Bring down the government
They don't, they don't speak for us
I'll take a quiet life
A handshake of carbon monoxide


No alarms and no surprises
No alarms and no surprises
No alarms and no surprises
Silent silence

This is my final fit, my final bellyache with

No alarms and no surprises
No alarms and no surprises
No alarms and no surprises please

Such a pretty house and such a pretty garden

No alarms and no surprises (let me out of here)
No alarms and no surprises (let me out of here)
No alarms and no surprises please (let me out of here)

05 novembro 2010

Let's just breathe



Yes I understand that every life must end,
As we sit alone, I know someday we must go,
I'm a lucky man to count on both hands
The ones I love...

Some folks just have one
Others they got none,

Stay with me
Let's just breathe

Practiced are my sins
Never gonna let me win,
Under everything, just another human being,
Yea, I don't wanna hurt, there's so much in this world
To make me bleed

Stay with me
You're all I see

Did I say that I need you?
Did I say that I want you?
Oh, if I didn't I'm a fool you see
No one knows this more than me
As I come clean

I wonder everyday
As I look upon your face,
Everything you gave
And nothing you would take,
Nothing you would take
Everything you gave

Did I say that I need you?
Did I say that I want you?
Oh, if I didn't I'm a fool you see
No one knows this more than me
As I come clean

Nothing you would take
Everything you gave
Hold me 'till I die
Meet you on the other side.

11 outubro 2010

is there someting wrong?



"And if I told you that I loved you
You'd maybe think there's something wrong
I'm not a man of too many faces
The mask I wear is one
Those who speak know nothing
And find out to their cost
Like those who curse their luck in too many places
And those who fear are lost ".
Sting

11 julho 2010

Igudesman & Joo

Há quem perceba de música e saiba aproveitá-la para fazer humor.
Igudesman & Joo são o maior exemplo. Se quiserem conhecer melhor o seu trabalho, sigam-me por aqui.
Neste momento, em Espinho, para alguns privilegiados começa um espectáculo. Quem me dera .



21 fevereiro 2010

Moment of surrender

I tied myself with wire
to let the horses run free
playing with the fire
until the fire played with me

The stone was semi precious
we were barely conscious
two souls too smart to be
in the realm of certainty
even on our wedding day

We set ourselves on fire
a girl could not deny her
its not if I believe in love

if love believes in me
oh believe in me

At the moment of surrender
I'm falling to my knees
I did not notice the passers by
and they did not notice me

I’ve been in every black hole
at the alter of a Dark star
my body s now begging
though it’s begging to get back
begging to get back
to my heart
to the rhythm of my soul
to the rhythm of my consciousness
to the rhythm of yes
to be released from control

I was punching in the numbers at the ATM machine
I could see in the reflection
a face staring back at me
at the moment of surrender
a vision over visibility
I did notice the passers by
and they did not notice me

I was speeding off the subway
through the stations of the cross
every eye looking every other way
counting down till the pain will stop

30 janeiro 2010

E agora, o que realmente vale a pena...

Vale a pena ver
castelos no mar alto
vale a pena dar o salto
pra dentro do barco
rumo à maravilha
e pé ante pé desembarcar na ilha.
Pássaros com cores que nunca vi
que o arco-íris queria para si
eu vi o que quis ver afinal.

É tão bom uma amizade assim
ai, faz tão bem saber com quem contar
eu quero ir ver quem em quer assim
é bom pra mim e é bom pra quem tão bem me quer.

Vale a pena ver
o mundo aqui do alto
vale a pena dar o salto.
Daqui vê-se tudo
às mil maravilhas
na terra as montanhas e no mar as ilhas.
Queremos ir à lua mas voltar
convém dar a curva
sem se derrapar
na avenida do luar.

18 janeiro 2010

“(As) letras com(o) poesia” II

Vitorino A. Ventura, na Biblioteca Municipal de Ourém, no passado dia 16 de Janeiro, numa fotografia de Aurélia Madeira.
Foi a primeira sessão dos (Con)tributos de 2010. Uma sessão interessante que deixa no ar a vontade de voltar à BMO e aos "contributos" que por lá forem passando, de voltar ao livro de Vitorino Ventura (e às suas leituras das letras/poesias que nele analisa) e de voltar às músicas ouvidas também por lá.
Já a seguir uma das minhas preferidas.



13 janeiro 2010

(As) letras com(o) poesia




Os (Con)tributos’2010, na Biblioteca Municipal de Ourém, começam já em Janeiro e na minha opinião, com um interessantíssimo tema: As poéticas do pop/rock em Portugal. Vamos ouvir músicas de poetas portugueses, interpretadas por grupos portugueses. Seremos convidados por Vitorino Almeida Ventura a escutar o texto/poema de cada canção e a procurar nele as funções da obra de arte. A sessão está agendada para 16 de Janeiro (Sábado), pelas 17h. Apresento agora algumas informações sobre o autor convidado e a obra que vem apresentar. Apareçam!




Vitorino A. Ventura, Licenciado em Direito, na UCP e em Literaturas Modernas, na variante de Estudos Portugueses, na UAL, não concluiu, todavia, o Curso de Análise e Composição do Conservatório de Música do Porto. Como voz do grupo U Nu, viu editado:
– A nova portugalidade, Numérica, 1994.
– O regresso dos diabos, Yucca Tree Records, 2000.
Já deu formação em acções para Docentes no Centro de Formação da Maia e de Valongo, entre 2003 e 2005, sobre a lírica pop/rock. Foi convidado, sobre o mesmo tema, a dar um Curso de Verão na Universidade Católica do Porto, em 2008 e 2009.
Paralelamente, já foi formador de Adolescentes, nas Bibliotecas Municipais de Carrazeda de Ansiães, em 2007 e 2008, Gondomar e Tavira, em 2009, estando uma nova formação prevista para a Biblioteca de Almeida Garrett, no Porto.
A convite de António Sérgio, moderou no Festival Super Bock Super Rock a conferência “O futuro da música passa pelos músicos?”, em 2001.
Ainda sobre as Poéticas do Rock, a convite de Fernando Guerreiro e Golgona Anghel, conferenciou na Faculdade de Letras de Lisboa, em Abril de 2009.
Finalmente, no domínio da ficção, publicou:
– Da Cidade neste Corpo (Brasília Editora, 1989).
– Memórias de Ansiães, vol. 2 (audEo, 1998).
– Crónicas de Sancho Pança (Afrontamento, 2007).

Acerca do livro “(As) letras com(o) poesia”
“(As) letras com(o) poesia” (o melhor da pop/rock em Portugal), primeiramente publicado pela Objecto Cardíaco, em 2006, com reedição pela editora Afrontamento, em 2009, constitui-se como um ensaio poético sobre a lírica de António Avelar de Pinho (Banda do Casaco), JP Simões (Belle Chase Hotel), Carlos Tê (Clã), Rui Reininho (GNR), Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), Manel Cruz (Ornatos Violeta), Sérgio Godinho e Regina Guimarães (Três Tristes Tigres), que, em muito do produzido, podiam entrar pela porta maior da poesia, nas universidades mesmo.A ideia do livro é levar os participantes, numa espécie de Plano Nacional de Literatura Marginalizada, a escutar (d)o micro-texto linguístico (normalmente, oculto), na canção pluridimensional, uma vez que, como referiu Umberto Eco, in Apocalípticos e Integrados, estão lá todas as funções que Charles Lalo viu na melhor obra de arte: diversão, catarse, técnica, idealização e reforço ou duplicação.